sexta-feira, 6 de novembro de 2015

PLAY WITH ME


LIVRO
Novela
O calor de Ação de Graças dá a uma repórter dedicada e a um poderoso empresário a chance de contar suas bênçãos neste doce conto sensual de Lisa Renee Jones.
Kali Miller passou três anos relatando histórias fofas para um jornal de uma pequena cidade do Texas, esperando a oportunidade para escrever o artigo que irá lançar a sua carreira a novas alturas. Esse sonho nunca pareceu mais distante, quando de repente ela se encontra fora do trabalho, forçada a aceitar um
emprego como secretária executiva em um cassino de Las Vegas. Mas ali é exatamente onde Kali encontra o assunto de que certamente será uma exposição chocante: seu chefe, Damion Ward, o arrogante e inegavelmente sexy CEO do cassino.
Observando Damion fazer suas frias e calculistas
manobras de negócios, Kali tem certeza de que ela está fazendo a coisa certa. Mas depois que Damion a convida para ajudá-lo a planejar um evento de caridade de Ação de Graças, Kali começa a
ver o outro lado do homem. E quando ela se rende à tensão emocionante que vem fervendo entre eles desde o primeiro dia, Kali se torna parte de sua própria história, que ela espera que vá ter um final feliz.

O primeiro encontro...
"Senhorita Miller."
Ao som do meu nome, eu me ergo sobre meus pés no
centro do serviço temporário de Las Vegas. Apressando-me para
chegar, eu paro na frente do meu entrevistador, uma mulher de
quarenta e poucos anos em um terno azul-marinho não tão
diferente do meu.
"Oi," eu digo, soando tão estranha e nervosa como eu me
sinto estando desempregada pela primeira vez na minha vida.
A minha saudação me faz ganhar uma rápida inspeção
de cima a baixo que faz meus nervos despencar de um penhasco
invisível. Ela ergue o olhar para mim e pergunta, "Em que posso
ajudá-la?" E seu tom espinhoso diz que eu falhei em sua avaliação
de sessenta segundos.
"Eu sou a Senhorita Miller," eu respondo, e tento
conquistá-la. "Mas, por favor, você pode me chamar de Kali."
Seus lábios torcem o que significa claramente que ela não
está encantada, como eu pretendia. Em vez disso, ela me olha por baixo de seu nariz, que é tão alinhado quanto o longo cabelo
castanho organizadamente amarrado na nuca, e repete com
formalidade, “Senhorita Miller, eu sou a Sra. Williams, a sua
conselheira de recolocação profissional. Venha comigo."
‘Senhorita Williams’ segue por um corredor estreito e eu
vou atrás dela, assim como eu fiz com a entrevista de emprego no
Vegas Heat que acabou completamente antes mesmo de eu
começar a trabalhar. Ela desaparece em um escritório e eu a sigo,
ajeitando uma mecha do meu longo cabelo louro, que de repente
parece tão bagunçado quanto a nova vida que eu estava
enfrentando.
Sra. Williams se instala atrás de uma mesa de madeira e
me faz um gesto para a cadeira de visitante revestida com tecido
bordô. Instalando-me no assento que poderia muito bem ser
rotulado para os DESESPERADOS, DESEMPREGADOS, eu ajeito
minha saia para descansar sobre os meus joelhos e assistir Sra.
Williams estudar minha papelada durante o que parece ser
terrivelmente um longo período de tempo.
Ela olha para mim, e o brilho cético refletido em seus
olhos — real ou criado pela minha insegurança — me faz desejar
que ela não tivesse olhado. "Deixe-me ir direto ao ponto," ela
declara. "Você estava trabalhando como repórter na faculdade."
"E por um ano no Texas Sun." Eu adiciono rapidamente,
com medo de que ela tenha deixado passar essa linha do meu
currículo. "Eu só saí por causa de uma oferta melhor, que deixou
de existir, enquanto eu estava no caminho para cá."
"Eu estava chegando lá, Srta. Miller," ela me repreende
acentuadamente. "Meu ponto é que eu não tenho nenhum trabalho de repórter. Eles são difíceis de encontrar. Em outras
palavras, ninguém tem esse tipo de trabalho disponível. Se você
puder voltar para o Texas e ter o seu emprego de volta, você
deveria."
O efeito chicote de suas palavras me faz cair, para em
seguida, dar início a rebelião. Apesar de minhas economias terem
acabado, eu não vou voltar para coberturas de festivais de
melancia e, bem, outras coisas... Que eu prefiro não pensar agora.
Ou nunca. Eu prefiro não pensar nisso nunca. "Eu realizei os
testes administrativos," eu falo. “E como você deve ser capaz de
dizer, tenho excelentes habilidades de escrita. Além disso, sou
muito bem organizada e sou dedicada em tudo o que faço. Eu
preciso trabalhar, portanto, vou ser oportuna e produtiva durante
o trabalho."
"Eu vi o seu teste. A questão é, você será confiável se eu
colocá-la em um trabalho que não seja de repórter?" Isso não sai
como uma questão pacífica, mas mais como uma acusação.


2 comentários:

  1. ^_^ parece bom...vamos a leitura!

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  2. LINDOOOOOOOO, AMEIIIIIIIII, RECOMENDOOOOOOOOO.

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