quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

FROZEN

LIVRO

Neala Clarke é uma mulher de palavra, quando ela diz, espere que ela fará. Neala deu à sua sobrinha Charli sua palavra que lhe daria uma boneca no Natal. Não importa que haja apenas uma semana até o Natal e todos os lugares abastecidos de brinquedos estejam praticamente esgotados. Neala deu sua palavra que ela conseguiria essa boneca para Charli, então ela irá mover montanhas para que isso aconteça.
Darcy Hart gosta de agradar às pessoas, quando lhe é pedido no último minuto que compre uma boneca para o seu adorável sobrinho de seis anos de idade, Dustin, é claro, ele disse sim. No entanto, Darcy enfrenta um dilema, a boneca especial que ele precisa está esgotada em todos os lugares. Darcy faz uma última tentativa para conseguir a boneca em uma loja local de brinquedos e descobre que eles têm apenas uma sobrando no estoque, mas ele também descobre que ele não é o único interessado em reivindicar a boneca.
Neala e Darcy disputam, encurralando e sabotando um ao outro. Eles não são amigos, mais como inimigos mortais, e os dois querendo uma única boneca foi o início de uma série de eventos que ninguém poderia ter previsto, nem mesmo o próprio Papai Noel.

Neala? Você está em casa?
Não.
— Neala?
Dê o fora.
— Neala Hayden Clarke, é melhor não estar me ignorando!
Eu teria coragem?
— Neala!
Argh!
— Eu estou indo, mãe! Fique calma. — eu disse em um tom rouco, então comecei a
tossir com tanta força que achei que um dos meus pulmões quase chegou até minha
garganta.
Eu esfreguei meu peito enquanto eu me arrastava do meu refúgio acolhedor, então
estremeci quando o ar fresco da manhã me cercou. Peguei meu roupão, o coloquei e meus
chinelos e, em seguida, cruzei os braços sobre meu peito quando corri para fora do meu
quarto e para a minha porta da frente. Eu olhei pelo olho mágico da minha porta por puro
hábito. Eu sabia quem era e quando vi o rosto excessivamente feliz da minha mãe, que
estava vestida da cabeça aos pés em vermelho brilhante, eu não pude deixar de revirar os
olhos.
Eu relutantemente destranquei a minha porta e a abri amplamente.
— Olá mãe. — eu bocejei.
Ela sorriu quando passou por mim, olhando-me como se eu fosse o alvo de um
touro alegre.
— Olá querida, eu te acordei?
Ela estava realmente me perguntando isso? Ela só quase colocou a minha porta
abaixo para me tirar da cama.
— Não, mãe. Eu estou de pé há horas. — eu brinquei.
Minha mãe estalou a língua para mim e gentilmente bateu na minha cabeça com a
mão com luvas vermelhas. Eu ri levemente e divertidamente me esquivei dela. Eu virei e
passei por meu corredor estreito e para a minha cozinha do tamanho de uma caixa. Olhei o
traje da minha mãe por cima do ombro mais uma vez e suspirei.
— Que merda é essa que você está vestindo, mãe? — perguntei sobriamente quando
ela me seguiu até a cozinha.
Com as mãos trêmulas de frio, eu levantei a chaleira do suporte, enchi-a com água
da torneira, em seguida, a coloquei de volta no lugar e apertei o botão na base para ligá-la.
Minha mãe suspirou dramaticamente — É época de Natal!
Isso, em sua mente, justificava a monstruosidade de roupa que ela estava vestindo.
— Parece que papai vomitou em você, mãe. — eu disse então gritei quando ela bateu
não tão gentilmente no meu traseiro com a mão.
— Olha a boca, e pare de me criticar sua merdinha. Eu sou sua mãe, eu deveria ser
reverenciada.
Sim, Vossa Alteza.
Eu sorri. — Eu só estou brincando com você, mãe.
Eu não estava brincando - ela parecia ridícula.
— Bom, agora me faça uma xícara de chá.
— Sim, senhora.
Eu nos fiz chá e fomos para a minha sala de estar onde sentamos no sofá de frente
para a minha TV de tela plasma. Sorri quando a minha mãe tirou os sapatos e colocou as
pernas sob seu traseiro. Nós nos sentamos da mesma maneira, e não era aí que as
semelhanças terminavam entre mim e minha mãe. Ela era 17 anos mais velha que eu e a
mulher era sexy. Bem, ela era quando ela não se vestia como alguém de O Grinch1
.
Ela tinha 42 anos e não parecia ter mais de trinta e cinco. Ela era confundida como
minha irmã mais velha nove em cada dez vezes, e tínhamos uma ligação onde erámos não
apenas mãe e filha, mas ela também era uma das minhas melhores amigas. Nós duas
temos olhos verdes frios, longos cabelos castanhos, pele pálida de porcelana e sardas
salpicadas em nossos narizes. Meu pai nos chamava de gêmeas, de brincadeira, às vezes.
— Diga-me, como foi seu encontro na sexta-feira à noite com o qual-o-nome-dele?

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